terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Post Alfa


"Porque não há coisa oculta que não haja de manifestar-se, nem escondida que não haja de saber-se e vir à luz." Assim disse o apóstolo Lucas (8:17), em uma frase que concentra a essência da primeira parte do meu livro. Em setembro de 2009 comecei a escrever meu segundo livro, para o público infanto-juvenil: Aqueloo. Não tinha esse nome até três semanas depois de eu ter iniciado o processo de direcionar meus pensamentos diários à história e tentar ter ideias, boas ou más, mas que pudessem ser trabalhadas. Antes de continuar, vamos ver quem foi Aqueloo:

Na mitologia grega, Aqueloo (o da gravura acima) era filho do titã Oceanus e de Tétis. Era o deus-rio mais venerado da Grécia. Corria entre a Etiólia e a Acarnânia. Em suas margens, vivia um povo violento que se alimentava de testículos humanos (eca!). Dejanira, filha de Eneu princesa do reino de Calidão, era sua amada, e quem pretendia desposar. Ela o escolhera entre os demais pretendentes pois era o mais forte e poderoso. Mas, para seu desgosto, Hércules, após retornar do reino dos mortos recebeu um pedido de Melagro, príncipe de Calidão, para que desposasse sua irmã Dejanira. O compromisso do deus-rio com a jovem tinha de ser rompido com uma luta. Aqueloo tinha o dom de se metamorfosear em animais, que usou para enfrentar Hércules. Foi, no entanto, derrotado. Cheio de ódio por sua derrota, Aqueloo fez subir as águas e transbordou sobre a terra, matando quatro ninfas que, às margens do rio, faziam sacrifícios em sua honra. Depois, transformou as jovens em ilhas, as Equínades do mar Jônio. Com a ninfa Calíope, teve as denominadas sereias. (Fonte: o “superconfiável” Wikipedia. Revisado, faz favor).

No próximo post, vou tentar resumir o enredo da história — e já adianto que não tem nada a ver com mitologia grega. Claro que não posso disponibilizar tudo que escrevo aqui, mas será possível acompanhar o que está acontecendo na história e até me dar sugestões e puxões de orelha quando precisar. Escrever um livro não é uma tarefa fácil, tanto que demorei três anos para finalizar Somos Sete, meu primeiro filho. Por isso, outros pontos de vista sempre serão bem-vindos. Muitas vezes, quem está de fora vê melhor. Bem-vindo!